Saiba o preço médio da gasolina nas principais cidades de Santa Catarina
Levantamento da ANP, divulgado pelo NSC Total, mostra alta no início de 2026 e grande variação entre os municípios
Abastecer o carro ficou mais caro para os motoristas catarinenses neste início de ano. O preço médio da gasolina em Santa Catarina chegou a R$ 6,56, mantendo-se nesse patamar pela segunda semana consecutiva e alcançando o maior valor registrado no Estado em mais de nove meses, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), divulgados pelo NSC Total.
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O levantamento foi publicado na segunda-feira (26), mesma data em que a Petrobras anunciou uma redução de R$ 0,14 no preço da gasolina vendida às distribuidoras. A queda passa a valer a partir desta terça-feira (27), mas o impacto para o consumidor final deve ser limitado, já que o valor praticado pela estatal representa apenas cerca de um terço do preço cobrado nas bombas.
Alta no início do ano
Durante grande parte de 2025, o preço da gasolina em Santa Catarina permaneceu relativamente estável, variando entre R$ 6,26 e R$ 6,30, com oscilações mais expressivas entre fevereiro e maio, período marcado pelo reajuste do valor fixo do ICMS.
Já em 2026, o cenário mudou. O combustível iniciou o ano em alta, subindo para R$ 6,56, movimento novamente associado à atualização anual do ICMS, definida em nível nacional pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
Entre os municípios pesquisados, Florianópolis aparece com o maior preço médio, chegando a R$ 6,78 por litro. Na outra ponta, Mafra registrou o combustível mais barato do Estado, com média de R$ 6,24. Confira o preço médio da gasolina em cidades de Santa Catarina, conforme levantamento da ANP divulgado pelo NSC Total:
- Florianópolis: R$ 6,78
- São José: R$ 6,76
- Concórdia: R$ 6,61
- Blumenau: R$ 6,59
- Joinville: R$ 6,52
- Laguna: R$ 6,49
- Caçador: R$ 6,46
- Tubarão: R$ 6,45
- Criciúma: R$ 6,44
- Itajaí: R$ 6,44
- Chapecó: R$ 6,42
- Brusque: R$ 6,39
- Xanxerê: R$ 6,36
- Videira: R$ 6,35
- Mafra: R$ 6,24
Expectativa para as próximas semanas
A expectativa do mercado é que a redução anunciada pela Petrobras ajude a amenizar a pressão sobre os preços, embora outros fatores continuem influenciando o valor final pago pelo consumidor, como custos logísticos, margens de lucro das distribuidoras e postos, além da carga tributária estadual e federal.
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